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Autor: oyphis

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Adobe Photoshop 20 anos depois…

Artigos, Eventos - Domingo, 21 de Fevereiro de 2010, 16:15

twenty

A Adobe festeja os 20 anos de vida de um dos seus mais famosos programas, o Photoshop. Thomas Knoll e John Knoll foram os criadores ao que no inicio chamavam de Image Pro. Só mais tarde com uma apresentação feita a Russell Brown o programa foi licenciado com o nome que hoje conhecemos, Photoshop, e entrado para os quadros da Adobe.

Photoshop-1

No site de celebração, é disponibilizado uma síntese de toda a evolução até aos dias de hoje.

adobebar

Para o efeito, a Adobe fez um documentário com John Knoll, Thomas Knoll, Russell Brown, e Steve Guttman sobre a criação do programa. Podem velo no seguinte link: STARTUP MEMORIES

Conseguem imaginar o que seria hoje sem a visão de Tomas e John Knoll com o humilde Image Pro?

Depthcore XXXIX. Eve

Arte, Design, E-Packs - Sábado, 20 de Fevereiro de 2010, 22:04

O Depthcore lançou mais um pack, com o tema Eve.

depthheader

Neste grupo de trabalhos, nota-se uma grande fatia virada para a ilustração e uma tendência para trabalhos mais “plásticos”. Penso que mais uma vez não houve qualquer participação Portuguesa.

O artista destacado foi Rik Oostebroek. Têm a possibilidade de ler uma entrevista exclusiva ao Depthcore clicando no link. Quanto á apresentação, deixo um quote das palavras do Criador Directivo, Justin Maller:

In this Chapter, artists both old and new have submitted their interpretations of a concept that greatly excited us as a collective from the moment it was first suggested. Our members have created over eighty original pieces, including strong showings across all mediums, examining and interpreting the theme to produce work that deals predominately with time and transition; calms before storms, moments before change, instants before impact.

Whilst there are many highlights to the chapter, there are a couple of items of especial note. ‘EVE’ has seen multiple wonderful debuts, including incredible submissions from Larisa Glushakova, Duda Lanna, Alex Casteels and photographer Chris Knight. Rik Oostenbrook compiled an outstanding collection of work, dropping jaws in our member panel and earning him the Featured Artist nod for this Chapter.

Finally, Kervin Brisseaux has submitted an emotive series of photographs shot in his ancestral homeland of Haiti just days before the earthquakes hit entitled “Avan Move Tan” [ah-vuh moh-vay tuh], which is Creole for “Before The Bad Times”. The shots illustrate moments in every day Haitian life, with a people already engaged in a life of struggle, unaware of the eventual fate that will be brought to their doorstep, only to intensify their hardships.

On this note, we were thrilled to auction off one of our limited edition promotional books to raise money to assist those in need in the effected area. We managed to raise over $200.00 to donate to the Red Cross Haitian Relief effort. Please consider donating if you haven’t already.

We hope you enjoy browsing this Chapter. The result is the culmination of our collective feeding off each other’s energy to create a body of work that has truly energized and excited us as a group. Please feel free to follow us on Facebook or Twitterto stay abreast of several projects we have in development at the moment – we are on the cusp of a couple of very exciting developments finally coming to fruition!

Justin Maller
Creative Director
The Depthcore Collective

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Entrevista a José Santos

Entrevistas - Quarta-feira, 27 de Janeiro de 2010, 15:33

José Santos é estudante na Universidade da Beira Interior (UBI), no curso de Design Multimédia. Embora tenha a Fotografia como hobbie, não põe em causa os resultados práticos comparados com muitos licenciados.

Vemos no José muito daquilo que somos como comunidade. Pelas práticas autodidacta e paixão pela arte.

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“Foi o facto de crescer a ver o meu pai a desenhar que quis seguir Artes e a fotografia…”

Antes de mais, quero agradecer-lhe pela disponibilidade e colaboração com o Enektor. E sem mais demoras, começamos por perguntar: quem  é o “rebento de soja”?

Desde já eu é que agradeço por me terem convidado para esta entrevista, confesso que não estava á espera mas dou-vos os parabéns por esta iniciativa.
O rebento de soja é uma mera alcunha que usei para explicar a minha progressão não só fotografia mas como na vida. Sou de Lisboa e já ando por cá há 20 anos, sempre gostei do mundo das artes, fosse qual fosse a vertente artística e o facto de viver em Lisboa facilitou em muito esta minha paixão, pelo facto de ser um grande centro de informação. Foi através de toda esta informação que decidi seguir artes no secundário e mais tarde no ensino superior seguir Design Multimédia na Universidade da Beira Interior.

Decidiu pelo curso de Design Multimédia da UBI. Porque preferiu assim, e não por exemplo Fotografia, visto ser um hobbie já antigo com que se identificava?

No inicio pensei bastante nisso, de tirar um curso de fotografia e fazer dela a minha vida profissional mas pensei que não iria ter grande saída e porque não via o meu trabalho como sendo “bonito”. Na altura em que tinha de escolher que curso iria frequentar pensei então em Design Multimédia que parecendo que não até tem algo a ver com fotografia ou com a sua envolvência. Em design multimédia há o uso das imagens estáticas, em movimento, sonoras ou simplesmente silenciosas e a fotografia pode ser sempre aqui inserida.

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O seu trabalho relacionado com Fotografia é bastante admirado. Tenciona solidificar os seus conhecimentos e dedicar-se mais a sério a esta vertente, ou pretende continuar a ver isso como uma “arte de descontracção”?

Eu faço a fotografia como quase que uma “terapia de descontracção”, ajuda me imenso a descontrair mas gostava de aprofundar os meus conhecimentos, dedicar me mais à “minha arte” e partilhá-lo com as pessoas. E tenciono fazê-lo, realizar projectos com pés e cabeça, serem mais concisos.

Como descreve os seus trabalhos em termos gerais? O que procura com eles?

Os meus trabalhos são muito pessoais, transmitem sentimento que encontro na pessoa que foi fotografada, no objecto, na paisagem… por norma são sentimentos que não se encontram logo na imagem, faço fotografia para mexer com as pessoas, são elas que tiram os significados de cada foto que tiro. A minha fotografia tem cores “vintage” quero dizer com isto que têm tons rosas, azuis, verdes e o preto e branco. Porquê estas cores, muito pela minha influencia na fotografia analógica, as cores que ela tem e a expressividade e força que a foto ganha. Mas para te ser sincero, não é que não tenha sido mas ainda estou numa descoberta de que tipo é a minha fotografia porque nem sempre conseguimos realizar o que realmente queremos.

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O José é autodidacta. Teve ajuda de alguém, ou relacionou-se com algum projecto para conseguir feedback e ter uma visão mais limpa dos erros?

Fui aperfeiçoando a minha técnica muito por mim próprio mas também com base em fotógrafos que admiro, como Cig Harvey, Bill Phelps, John Dolan e Kalua K Krynska. É através deles que me inspiro por vezes e me dá animo para continuar a fotografia.

Alguma vez questionou se todo esse trabalho valia a pena? Largar a fotografia já foi uma possibilidade real?

Largar mesmo a fotografia não, nunca tive até ao momento essa ideia mas já me questionei bastante em lhe dar um tempo. Já tive fases que o que fazia não me agradava mesmo nada e tive realmente que lhe dar tempo, pensar o que queria fazer mas ao ponto de a deixar mesmo de lado, nunca.

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O seu Pai está ligado às artes, também ele como hobbie. Sente que o gosto pelo Desenho e pela Fotografia que trouxe para o seio familiar foi fulcral para hoje o José estar também relacionado?

Sem dúvida. Fui habituado desde pequeno a ver o meu pai a desenhar ao meu lado, ficava bastante tempo a ver o que saia dali. Foi o facto de crescer a ver o meu pai a desenhar que quis seguir Artes e a fotografia porque também ele o fez, muito com carácter familiar é certo mas não menos importante para mim. Mais tarde ele passou-me a sua maquina analógica, a Yashica Electro 35 e começou-me a apoiar, foi desde aí que o meu interesse pela fotografia despertou.

Quais são as suas maiores influências? Artísticas ou não. O que admira nelas?

As minhas maiores influências são como já anteriormente tinha referido Cig Harvey, Bill Phelps, John Dolan e Kalua K Krynska porque são fotógrafos que usam cores fantásticas e fotografam muito à base de pormenores e não num todo. Sem ser nomes que me influenciem tenho a fotografia polaca que me fascina.

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uncertainty_of_fear_by_1perfectmindSendo você desde cedo frequentador de exposições artísticas, que importância poderá ter tido hoje? Acha que a Internet seria suficiente?

Não acho que a Internet seja suficiente, aprecio mais um exposição dita “analógica” do que em espaços na Internet. Não quero com isto dizer que dou menos importância, só acho aos meus olhos mais proveitoso uma exposição com os elementos reais à nossa frente. Mas a Internet é uma boa fonte de divulgação de trabalhos sem dúvida.

Já participou em concursos do Expresso e para a Lomografia, tendo sido inclusive seleccionado para a exposição final deste último. É sinal de que se sente preparado para dar o salto, e se dar a conhecer realmente?

Isso é sempre uma incógnita, porque por vezes é mais fácil os outros avaliarem o nosso trabalho do que nós próprios, mas sinto que agora estou melhor preparado para tal, até estou a pensar em organizar um exposição na Covilhã com algumas fotos minhas mas o tempo dirá se será realizável ou não porque isto de ser estudante tem alguns entraves em questões de tempo.

A sua primeira máquina foi uma Yashica Electro 35. Ainda é utilizável ou já só faz parte da decoração?

Nem pensar fazer dela um mero objecto decorativo, dou-lhe bastante uso ainda e nunca me tenciono desfazer dela.

Qual é o material que usa actualmente para as suas fotografias?

Actualmente ao nível analógico uso a Yashica Electro 35 de 35mm e uma Photina Reflex de 120mm, uso uma Nikon D40 digital com uma lente de 18-55mm e uma de 70-300mm, um tripé e um flash Amity.

Acha determinante uma máquina do tipo Reflex ou uma Bridge é suficiente? As Compactas é só para meninos?

Ambas dão para fazer fotografia, o problema digamos assim das compactas é que não tens a opção “M” de manual, enquanto numa Reflex ou Bridge consegues ter esse controlo da máquina, mexendo-lhe na abertura do diafragma, no ISO, no tempo de exposição. Não deixas de tirar boas fotografias com uma compacta até porque hoje em dia há compactas muito boas estás é limitado as opções standard.

Hoje quase todos acabam experimentar Fotografia. Acha que é encarada como uma arte fácil?

Sim hoje toda a gente experimenta a fotografia sendo ela com carácter artístico ou não. Eu acho que não é uma questão de ser fácil ou difícil mas se é representativa ou não. É fácil chegarmos ao pé de uma pessoa ou ao nosso grupo de amigos e tirar uma foto, a questão é se ela “mexe” com os participantes da foto, com próprio fotógrafo e até com pessoas que nada têm a ver com aquele ambiente. Claro que interessam questões técnicas como enquadramentos, luzes, foques e desfoques mas isso tem mais a ver com o espírito do fotógrafo. Eu acho que a fotografia plena é aquela que nos faz reviver o que está retratado nela.

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Sente que pela quantidade de artistas focados na perfeição e pelo linear, há necessidade de arriscar e procurar algo mais?

Não sinto muito essa necessidade ainda porque não me considero um fotógrafo profissional, longe disso, sou ainda um amador que procura o seu lugar. Tento como é óbvio melhorar o que faço, torná-lo um pouco mais credível. Vou-me guiando um pouco pelas críticas que vou recebendo dos meus trabalhos.

Não me perdoavam se me despedisse sem antes lhe perguntar. O que pensa sobre projectos como o Enektor? Esteja também a vontade para acrescentar algo que não tenha sido abordado e gostaria de fazer referência.

Não conhecia este projecto mas já andei pelo site e pelo que vi esté bem organizado, tem espaço para troca de conhecimentos, opiniões, críticas e divulgação de trabalhos. Visa a mostra de arte em Portugal algo que me agrada imenso. Dou-vos os meus parabéns e continuem com o bom trabalho, irei registar-me e seguir esta comunidade. Obrigado mais uma vez pelo convite que me fizeram.

José Santos

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Foi com muito gosto que estivemos a conversa com o José Santos. Hoje entrou irremediavelmente para a família Enektor, não tendo duvidas que será também ele, uma boa influência para nós.

Esteja sempre a vontade para pedir mais um copo.

Para quem quiser conhecer melhor o José, deixo abaixo o link para duas galerias:

Deviantart / Behance

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André Meca destacado no Behance

Artigos - Segunda-feira, 28 de Dezembro de 2009, 21:03

André Meca, participante no nosso último pack “Império”, foi destacado pelo Behance com o seu trabalho Explosion of colors and shapes.

Este trabalho havia sido criado no âmbito do concurso para a capa da revista (A)Ps #17 (no qual não foi vencedor).

Para quem esteja interessado em saber como tudo ele foi construído, o André disponibiliza no Psdfan e no Behance todo o seu procedimento.

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Entrevista a Paulo Sales

Entrevistas - Domingo, 13 de Dezembro de 2009, 12:05

Esta é a primeira entrevista que é feita desde o novo visual da Enektor.

Contactamos o Paulo Sales pela sua vasta experiência no ramo da arte, relacionado especialmente ao Design Gráfico. Pela sua visão e coerência abdicamos de qualquer outro artista, tirando assim partido dos seus ensinamentos que partilhamos abaixo consigo. …

On the Couch with…João Oliveira

Artigos, Design - Quarta-feira, 9 de Dezembro de 2009, 22:01

On the Couch with…é um projecto onde são entrevistados alguns dos mais reconhecidos designers da comunidade DeviartArt. A ideia é dar a conhecer um pouco melhor a vida das nossas maiores influências.

Desta vez foi o João Oliveira, entrevistado pelo também português Nuno Dias. Pena a entrevista estar em inglês, de qualquer forma deixo aqui um link para lerem em português (tradução feita pelo google).

“dei muitas entrevistas, desde revistas de rádio e TV, mas ainda não vejo isso como algo que me deu um enorme salto em frente, dando-me lotes de clientes e empregos, porque isso não aconteceu”

Deixo um quote da entrevista abaixo:

First of all João, thank you for giving us this opportunity. You are probably very busy, so I will try to be quick. Tell us a little about how your life was before you decided to study design? And now, what has changed?

Thank you for the interview, it’s a pleasure!

My life was pretty much the same besides not having any kind of solid plans for my professional future, I always had education on sciences until the very last moments of high-school and my objective was to study engineering or biology, the decision to study and follow a design career only came up like a couple of months before finishing high-school… and here I am!

How was your first experience on Deviant Art? What made you stay in the Community?

My first experience with Deviant Art was around 2004, year which I’ve registered my first account, at that time I wasn’t really active and only used Deviant Art to comment deviations and share some stuff.

Only got really involved in Deviantart around 2006, started exploring Photoshop and sharing the outcomes with the community, getting feedback and evolving through it, that was the main reason for me to stay.

Did you feel, in a certain way, that being an assiduous member of the Community you evolved at a practical level?

Absolutely, the feedback from the community was an important push at the times I was taking my first steps, it helped me to know how I could evolve and in which directions I should go.

Design encompasses several categories. Which category are you most comfortable with? Any reasons for those choices?

Probably editorial design, I love to work with typography and text, mixing different kinds of fonts and see how they communicate with each other, also love to experiment with printing and finishing processes, using different kinds of paper and ink.

This passion to typography also influences my illustrations, a lot of them are built around some typographic composition.

Tell us a little about your creative processes. What are your influences?

Music really influences my creative process, most of the time I’m working I’m doing it with the company of music, makes everything more enjoyable. Aside from music, I love retro imagery, from music and movie posters to book covers, movies and illustrations, they all inspire me and my works.

Which artists can you refer to your main influences? Someone from the community?

Classic artists that like Kandinsky really influence some of my works, especially his usage of bold 2D colorful shapes and abstract imagery. From the community, it’s hard to list since I can’t really nominate an artist that, as a whole, influenced me, they all have something that inspire me, little bits and details, colors, etc.

From all your work, have you had some that are special to you? Tell us a little about it/them.

I really enjoyed doing my latest series of experiments — 8008, 0240 and Night Vision — since they flowed so well and didn’t require a lot of time to accomplish the result I wanted. They’re simply remixes of old images of mine, forming whole new and different pieces, what made them so enjoyable to design was how easy and fast their production was.

We know that you won the HP and MTV’s contest “Take Action, Make Art”. Tell us your first reaction about the 1st place? And since then, what changed?

My first reaction was surreal, I was at university in the middle of a class when I got the first email telling me I was in the group of finalists, I reacted normally, thinking the group of finalists would be like a few dozens of persons but everything evolved very, very fast, in a couple of hours I was getting a phone call, from the MTV organization, that started explaining me I could be one of the winners, we talked for some minutes and then, suddenly, I got told that I was actually the winner, followed by the description of all the prizes, couldn’t believe it was happening, it was one of those moments you find yourself speechless.

Since then, it obviously helped me to jump a bit higher and get a lot of exposure, I gave a lot of interviews, from magazines to radio and even TV but I don’t see it as something that gave me a huge leap forward, giving me lots of clients and jobs because that didn’t happen, I see it as a milestone, it was one of the best things that happened to me since I got the opportunity to travel all around the world, going to the cities I most wanted to travel and live a lot of great experiences but, professionally, nothing much have changed, I continued to work hard, finding new opportunities and expanding my skills exactly the same way as I did before winning the contest.

All deviants who follow your work here, are aware that you have lots of invitations and participations on Art groups and other projects. How do you lead with so many projects on the same time? And, of all this projects, which one gave you more pleasure to collaborate?

Yeah, indeed I have been part of a lot of projects at the same time but everything started changing some time ago, been getting more and more busy with a lot of stuff but I guess I lead very well with so many projects because, when that happens, I’m really loving what I’m doing. Passion is definitely what motivates me.

Everyone knows the hard relation between designer/client. Tell us how do you lead with this relationship?

Fortunately I’ve been lucky enough to never catch one of those difficult clients! The relationship I have with them is very informal from the moment they first contact me to the final of a project.

Have you ever regretted following the uncertain life of a designer? What was the worst moment you had as a designer?

Never regretted following this career and doubt I’ll ever will, sure, there’s low and high moments but I’m an optimistic person. Worst moments? None! Probably because I’m still enjoying my student life, without any kind of big worries or monetary problems.

Were you ever a target of theft? If yes, how did you lead the situation?

Yeah, from time to time I see my work being displayed on a random portfolio without any credits or information, on those cases a simple message usually solves the problem. Aside from that I’ve never had any major problem, there’s a lot of persons who like my work and use my images on their own images but, as long as they are used exclusively for personal uses, a link to me will do fine on those cases.

Well João, I know you are busy, so for our last question, can you give us some advice for those who are now starting this profession?

It will sound like a cliche but I’ll have to be repetitive with this kind of advices, the most important aspect on this profession is having passion and doing a lot of hard work, practicing a lot and researching new ways of doing new and unique stuff that is commercially appealing. After this everything will flow nicely, create a profile on the most popular social networks, invest some time a couple of times a year promoting your work and you’ll be rocking.

Thanks João for your kindness and availability and being on the couch with us.

“On the Couch with…” had the honor to present you the sixth interview with João Oliveira. We hope this project continues and does not end here. We are open to new suggestions and proposals to give continuity to the project.

Thanks for everyone who read it and a very special thanks to ~Biomachina

Blender 2.5 Alpha 0

Software - Quinta-feira, 26 de Novembro de 2009, 11:48

blenderlogo

A primeira versão do Blender 2.5 já está disponível. É ainda uma versão de testes como podem verificar no “Alpha 0” mas já dá para se adaptarem á nova realidade do programa, que como já era de esperar chega com enormes alterações.

blender splash

Esta versão 2.5 já era esperada desde 2007 e ainda não está terminada. Para uma empresa como a Blender, que nos habituou a constantes actualizações, demorar tanto tempo para finalizar esta…dá para perceber que o resultado seria considerável.

Nesta versão todo o programa foi recriado. Completamente do zero! Todo o código foi re-escrito, nova organização das ferramentas e botões, layout, etc. Também têm sido adicionadas algumas ferramentas novas, pequenos pormenores que podem fazer toda a diferença. Quanto as mais complexas, tem sido seguidas consoante o projecto Durian, tal como havia sido feito com outras versões com o Big Buck Bunny, etc…

Contudo não aconselho a quem usa este programa no meio profissional a migrar já para a nova versão. Como ainda está em versão de testes, pode existir erros que ponham em causa todo o desenvolvimento, e perder um trabalho é perder um cliente.

Deixo aqui o programa que eles vão seguir:

previsão

Fica aqui também alguns trabalhos ja desenvolvidos neste software:

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Arte digital (A)Ps #18

Artigos - Terça-feira, 17 de Novembro de 2009, 17:44

A revista Arte digital (A)Ps # 18 já está nas bancas.
Uma edição totalmente dedicada à pintura e desenho digital.

Mais uma vez, contamos com a participação de artistas Enektor, Jorge Moreira, Samuel Pereira, Rui Faria, Zé Pedro e Gilberto Ribeiro.

samueljorge moreira

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Depthcore XXXVII – Freestyle IV

Arte - Domingo, 8 de Novembro de 2009, 20:39

depthheader

A Depthcore, lançou o 38º pack com tema Freestyle. É aliás, a quarta vez que este tema é usado pela tão conceituada comunidade.

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waltersimoes

Neste grupo, encontramos apenas a participação do Walter Simões como nosso   representante português, com a peça Not Blind. Certamente mais uma boa promessa para o futuro.

Em termos gerais, ao analisar todo o conteúdo, acho que foi uma exibição um pouco precipitada. Por exemplo, o caso do Phil Dunne que participou com oito trabalhos. Até seria bom, isto se não fossem praticamente iguais. E como este caso, outros. Acho que ao contrário das últimas exibições, a selecção deveria ter sido mais rigorosa.

Outro ponto que deve ser referenciado, é o facto de existirem muitos novos participantes. Habituamos-nos a ver alguns artistas como o Crisvector, Jeezar, Denull…etc E por esta “invasão” dos novos, faz deste um pack de transição. Até pelo tema, que não tem grande ou até mesmo nenhuma restrição.

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Curta-metragem alienígena em Montevideo

Cinema, Design - Sexta-feira, 6 de Novembro de 2009, 22:50

Olhando para o título do artigo muitos de vós estarão a questionar-se: Mas o que uma curta-metragem tem de especial para ser aqui destacado? Pois bem, vamos por partes.

Até bem pouco tempo o que separava artistas\estúdios de grandes projectos era, em grande parte, a capacidade de suportar as despesas de equipamento e hardware. Era quase impossivel para quem estivesse a começar no ramo, ter disponibilidade financeira para suportar um projecto de grande ou média envergadura, como o suporte a um filme ou curta-metragem.  Com o evoluído estado tecnológico actual, mais especificamente ligado á computação gráfica, permite a qualquer artista ou estúdio com apenas um pequeno investimento em hardware consiga criar curtas-metragens ou vídeos de qualidade cinematográfica competitiva.

montevideo

Exemplo disso é a curta-metragem criada por artistas uruguaios que, pelo que abaixo irão ver, e seguindo o que havia sido dito, com um pouco de habilidade e utilizando as técnicas correctas, é realmente possível excelentes resultados cinematográficos sem que para isso esteja em causa a capacidade financeira do contratado. Deixo abaixo o video:
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