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Alexa Meade – Trompe l’oeil

Arte - Domingo, 29 de Agosto de 2010, 14:53

Num primeiro (e até num segundo e terceiro) olhar, ao analisarmos as seguintes imagens, se ninguém nos dissesse, poderíamos afirmar com convicção de que se tratam de pinturas. Mas desenganem-se, não se trata nem de pintura nem de manipulação fotográfica, apenas do génio criativo e do maravilhoso talento desta jovem artista americana.

“Trompe l’oeil” é o nome desta colecção. A artista vai além do body painting, criando instalações completas, transformando, não só a pessoa mas, todo um cenário completo em autênticos quadros.

«Os modelos que utilizo são transformados em personificações da interpertação do artista da sua essência. Quando vemos uma fotografia ou vemos a instalação pronta, as pessoas que estão por detrás do trabalho desaparecem, eclipsadas pelas suas próprias máscaras» Descreve assim o seu trabalho, Alexa Meade de quase 24 Anos.

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Auto-Retrato:
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http://www.flickr.com/photos/alexameade

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Entrevista a Sérgio Leal

Entrevistas - Quarta-feira, 4 de Agosto de 2010, 00:42

O Sérgio é um jovem portuense extremamente ligado á arte e a cultura. Personalidade irreverente e carismática, um dos fundadores do Enektor e criador pelas mais variadas expressões da arte. É com enorme prazer que partilho convosco esta entrevista e não tenho duvidas que até para quem o conhece desde cedo, pelos variados assuntos abordados, acabará por se agarrar ao ecrã.

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Antes de mais muito obrigado pelo tempo disponibilizado á nossa entrevista. Para quem não o conhece, quem é o Sérgio Leal?

Million dollar question! Por vezes nem eu sei, por isso vou tentar ser o mais objectivo e o menos dramático possível. Sérgio Leal nasce em Junho de 1989, no Porto, e começa o seu percurso de vida de uma forma relativamente comum. Neste momento frequento o curso de Comunicação Empresarial, mas também tenho algumas ambições noutras áreas nas quais me pretendo envolver a médio/longo prazo.

- Como nasceu o interesse pela produção musical?


O interesse pela música revelou-se quando ainda era criança. Ouvia muita música e cantava, ainda que mal. Entretanto sempre fui bom aluno nas aulas de educação musical e por consequência dos conselhos e elogios constantes dos professores, decidi investir um pouco mais de mim. Recebi a minha primeira guitarra e no segundo dia já tinha um tema próprio, bastante simples, mas que na altura me deixou em êxtase. Foi aqui que comecei a querer fazer mais, com mais ambição.

- Fez parte de uma banda formada por um grupo de amigos e um projecto a solo titulado de Loyal. Qual foi o mais importante e porquê?


É difícil hierarquiza-los. A banda começou primeiro do que Loyal, e Loyal surgiu por ter uma enorme vontade de me libertar. Não que me sentisse musicalmente limitado dentro de uma banda, mas nem tudo me podia agradar e nem tudo o que eu fizesse podia agradar aos outros membros. Aprendi muito a tocar em conjunto, foi uma experiência única mas de certa forma inacabada. Nunca chegamos a um patamar de gravação ou de concerto para mais de 100 pessoas. Entretanto, por incompatibilidade de ideias e expressão musical decidi sair da banda e dediquei-me exclusivamente a Loyal.


- Em 2007 quando começou o estudo pela produção de música electrónica já tinha como finalidade avançar com Loyal ou foi consequência daquilo que foi explorando?

Já tinha surgido há algum tempo a ideia de um projecto a solo que me permitisse ter a liberdade toda que eu quisesse; mas que ia ser através da música electrónica… isso eu nunca tinha imaginado. Comecei por explorar a electrónica de uma forma muito leviana apenas por curiosidade, mas rapidamente me apercebi que podia começar a gravar em minha casa e criar sem precisar de uma editora e de grandes quantias de dinheiro. Então atirei-me de cabeça. Mal eu sabia no que me estava a meter.

- Numa das suas páginas de divulgação artística, adjectivou o seu primeiro álbum “Sweet December” como dor, depressão, inocência e nostalgia. Foram também estas razões que o levaram a avançar com este projecto, ou é apenas aquilo que tenta transmitir no seu trabalho?

Loyal foi o meu saco de boxe preferido; até certo dia…
Nunca foi minha intenção fazer música bonita, mas sim agredir tudo aquilo que eu sentia que me fazia mal. E foi através de Sweet December que comecei a “exorcizar” essa vontade, a libertar-me de certa forma, sem nenhuma regra ou limite.
Concluindo, um pouco dos dois. Tive essas razões pessoais para os começar e por consequência transmitia naquilo que criava.


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Após “Sweet December” segue-se em 2008 aqueles que viriam a ser os seus últimos trabalhos musicais divulgados,  “Delay Perception” (Fevereiro) e “Please do not disturb” (Março). Pode-nos dar a sua visão destes dois trabalhos?

Delay Perception foi uma tentativa minha de tornar o meu trabalho menos depressivo e dar-lhe um outro sentido. Mas Please Do Not Disturb foi uma espécie de auto-defesa. Como poderia eu mudar algo que fazia parte de mim? Please Do Please do Not Disturb contém, na minha opinião, as minhas duas melhores faixas, dei-lhes mais tempo e acabei por me envolver nelas de uma forma mais complexa.dontfeelg

- “Don’t feel guilty” é a frase estampada numa t-shirt de promoção sua. O que pretendia com a mensagem?

Se eu lesse essa frase numa outra t-shirt, que não tivesse sido feita por mim eu interpretaria da seguinte forma: “ Dá uma segunda oportunidade a ti próprio. “

- Dois anos depois, o site encontra-se encerrado. O projecto Loyal foi também com ele?

Sim. Loyal acabou por fazer de mim próprio um saco de boxe; quanto mais expressava as minhas manias nas músicas, pior me sentia. Para além desse motivo, senti falta de um estúdio de gravação mais profissional. Fiz um álbum chamado Transformation, com melhores condições e com quase 20 faixas que nunca cheguei a lançar, por falta de motivação pessoal e externa. Não senti que Loyal tivesse grande valor para quem ouvia. Talvez um dia me dê uma vontade enorme de recuperar as coisas antigas e dar-lhes vida, mas para já fica tudo dentro da gaveta.

- Pode fazer uma breve explicação de como Enektor nasceu?

Nasceu de uma simples brincadeira numa secção de design de um forúm de pirataria. Foi através de um processo quase natural. Quase porque começou a ser complicado haver tempo para nos envolvermos da forma como queríamos no projecto.
Entrar em pormenores daria um texto enorme!

- Sente falta dos tempos das “teams” artísticas?


Não. São apenas saudades ou nostalgia, mas sinto que todos evoluímos e que seria demasiado ingrato sentir falta de um tempo que já não nos pertence.

- Olhando para trás, a Enektor tem correspondido aquilo que inicialmente projectaram? Em algum momento teria mudado alguma coisa?

A enektor corresponde justamente ao tempo que lhe oferecemos. Por isso sim, a meu ver corresponde sempre ao que projectamos. Mas há ainda metas e objectivos a cumprir. A Enektor não se vai ficar por aqui.
O que haveria para mudar? Talvez a nossa comunicação. Nunca nos demos ao trabalho de construir uma comunicação que nos permitisse ter uma comunidade maior. Será sem dúvida algo a corrigir.

- Em Setembro de 2009 no artigo de apresentação do conceito Enektor actual falavam que embora ainda não houvesse datas definidas mais novidades aguardavam a comunidade. Ainda estão para vir?

Sim, sem dúvida. Ainda temos muito para dar, e queremos muito retribuir o apoio dos membros e também aumentar a nossa comunidade. Infelizmente o tempo é pouco, mas nesse pouco tempo que temos, por vezes alavancamos certas ideias e progressivamente vamos melhorando aquilo que queremos oferecer. Apenas não queremos ser precipitados e lançar plataformas pouco funcionais. Mas quero deixar já a promessa de que a Enektor ainda tem muito para dar.

- O Jornal Enektor foi uma inovação vossa e extremamente admirada pela comunidade. Desde a última edição que tem sido feito pressão para o reaver…é um assunto ainda em cima da mesa?

É um assunto em cima da mesa, mas com uma necessidade acrescida de mudar e fazer algo mais profissional. Se o jornal voltar, será certamente noutros moldes, com outra imagem.

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- O que distingue a Enektor dos demais?

Quais demais?
Portugal tem pouquíssimas pessoas a investir em comunidades de arte digital. E nós juntamos todas as formas de arte num só fórum. 2d, 3d, Animação, Fotografia e Música. Outro ponto que julgo importantíssimo é a quase ausência de regras no fórum e de certos estatutos que visam dar mais poder a determinado membro. Consideramos que se temos as portas abertas para todos, então temos de receber bem quem quer que esteja a entrar, e ajudar o máximo possível. E ajudar para mim não é corrigir de uma forma autoritária algum membro que simplesmente se enganou e colocou um post fora do devido sítio.
O que distingue também é a história que temos e a forma como a demonstramos, o que faz com que os membros sintam que pertencem realmente á Enektor. E pertencem.


- De onde vem o interesse pela arte gráfica e fotografia? O que após o primeiro contacto com a arte o levou realmente a investir o seu tempo?

O meu avô fazia casas em miniatura, e eu passava horas a vê-lo trabalhar. Todas essas casinhas foram dedicadas a mim. Só descobri isso depois da sua morte, e serviu quase como uma chapada na minha cara para dar continuidade a uma veia artística que corre pela família. Acho que o interesse pela arte passa muito por dar valor a quem a faz. E eu comecei por valorizar quem fazia, antes de valorizar o objecto em si.

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- O que procuram os seus trabalhos? Como os define?

Procuram essencialmente agradar-me primeiro, e depois aos outros. Servem como meio de libertação espiritual.

- Como é o seu método de construção artística? Define desde inicio pontos a seguir, abre uma pagina e deixa que as ideias fluam…?

Por vezes surge uma ideia e começo imediatamente a construí-la para não me esquecer dela, no entanto muitos dos trabalhos são mais “ deixa-me ver no que isto vai dar”.

- O Sérgio começou na arte gráfica, teve passagem pela musica e agora destaca-se também pela fotografia. Atendendo também a Literatura, ponto importante nos seus estudos académicos, versatilidade é algo que o parece caracterizar. É uma necessidade de expressão explorar todo o que a arte lhe oferece?

É sobretudo uma necessidade.
Porquê? Ainda não sei responder, mas há ainda muitas vertentes da arte que gostava de experienciar.

- Sente o seu trabalho devidamente valorizado? Musica, arte gráfica e fotografia.

Na arte gráfica e fotografia sim, acho que as pessoas recebem muito bem o que faço e incentivam-me muito.
Na música julgo que nunca tive muita credibilidade no projecto a solo. Várias pessoas gostavam, mas as faixas ficavam esquecidos facilmente pelas mesmas.

- Como artista, fazendo uma auto-apreciação, no que lhe parece ser os seus pontos mais fortes/fracos?


Não consigo falar dos meus pontos mais fortes, mas consigo falar de um ponto fraco: nunca poderia trabalhar exclusivamente para a arte porque os meus estados emocionais variam de uma maneira que não me permitem trabalhar de forma fluída.

- Como acha ser a imagem que passa de si? Corresponde aquilo que se conhece?


Boa ou má, corresponde, não tenho tempo para enganar pessoas; ainda se ganhasse dinheiro com isso! (risos)

- Quais são as suas maiores influências na musica, na arte gráfica e na fotografia?


Na música há várias bandas que me trazem muita influência… posso destacar os Radiohead, Mogwai, Sonic Youth, radiohead3Animal Collective…
Na fotografia e na arte gráfica não consigo destacar nomes que me façam dizer “aquele tipo é mesmo aquilo que me define e pelo qual me vou seguir”. Sou apreciador mas não me consigo enquadrar a 100% a nenhum artista em especial.

São tantas as influencias… Duas delas são também a filosofia e ciência. Sei que é estranho, mas por vezes estou a ler algo sobre uma estrela, sobre um filósofo, sobre um tecido cerebral qualquer e decido que vou fazer algo relacionado com o assunto.


- Sabendo que a sua formação não é as artes musicais e digitais, há um lugar no futuro para algo mais a sério reservado para eles, ou continuará como hobbie?

É algo que não penso para não criar frustrações em mim. O que tiver de vir, virá.

- Quero agradecer-lhe mais uma vez pela participação e pela excelente musica “Old tree but genious” que nos acompanhou enquanto trabalhava-mos na nossa entrevista. Despeço-me com um forte abraço e finalizando com a pergunta: em alguma ocasião a nossa entrevista conseguiu um momento tipo “Só Visto!”? (risos) Sem mais demora, até uma próxima.

Sim! E foi logo na primeira pergunta! Foi a mais difícil desta entrevista e sinto que fracassei por completo em ter dado uma resposta tão sintética e matemática.
Eu é que agradeço a oportunidade!

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Sérgio Leal

Myspace: sergioloyal

Tumblr: Sergioal, exploitrandomness

Computer Arts Portuguesa

Artigos - Segunda-feira, 2 de Agosto de 2010, 15:19

A conceituada revista Computer Arts parece estar muito perto de ter uma edição portuguesa, já prevista para Setembro!

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A informação ainda é muito pouca mas há uma fonte bastante forte, a Digital Dream Media Group. Esta empresa será a responsável pela criação da revista, justificando a aposta segundo António Castelhanito, responsável pela Digital Dream por o “mercado neste tipo de publicações ser quase inexistente, sendo a maior parte das revistas da especialidade importadas”.

Abaixo deixo uma quote da informação retirada ao site Meios&Publicidade:

A Digital Dream Media Group está a preparar o lançamento da Computer Arts. Com periodicidade mensal, a edição portuguesa do título internacional é o primeiro projecto editorial da Digital Dream e tem lançamento previsto para Setembro (capa de Outubro). António Castelhanito, responsável do Digital Dream Media Group, justifica o lançamento do título criado há 15 anos em Inglaterra no mercado português com o facto “do mercado neste tipo de publicações ser quase inexistente, sendo a maior parte das revistas da especialidade importadas”.

Direccionado aos profissionais de design do mercado nacional, abrangendo em termos de conteúdos as tendências de design gráfico, ilustração, animação, tipografia, motion graphics ou 3D, a revista terá entre “30 a 40%” dos conteúdos dirigidos para a realidade portuguesa, sendo produzidos por uma equipa constituída por quatro elementos, um deles fixo. Fernando Mendes é o editor. “Não existe concorrência. O mercado nacional neste tipo de publicações é quase inexistente, sendo a maior parte das revistas da especialidade importadas. A concorrência da revista a nível nacional, será principalmente feita através de outros títulos importados”, frisa o responsável, dando como exemplo revistas como a Computer Arts Projects, Advanced Photoshop e Imagine Fx, quando questionado sobre as mais valias da Computer Arts face à concorrência. A direcção comercial e de marketing é de Paula Moreira. Nuno Pereira é o designer.

Com entre 130 a 136 páginas, a revista reúne ainda tutoriais, um caderno especial com conteúdos da revista 3D World e um CD de oferta, tendo um preço de capa de 7,5 euros e uma tiragem de 15 mil exemplares. A distribuição é  Vasp e a impressão da Offset Mais.

A revista terá uma campanha promocional de assinaturas para todos os estudantes residentes em Portugal, bem como para empresas ou agências interessadas, informa o responsável. Previsto está ainda um site, um blogue, a presença em redes sociais como o Facebook e Twitter e uma campanha de viral e print (mupis e flyers). Valores de investimento neste projecto não foram revelados.

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Adobe Photoshop Lightroom 3

Fotografia, Software - Sexta-feira, 11 de Junho de 2010, 01:38

…era uma questão de tempo.

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Após o CS5 ser apresentado, chega a vez do Lightroom ser actualizado. Esta versão, vem com sistema superior de redução de ruído, performance melhorada, correcção de perspectiva, etc. Para quem tem interesse em saber mais sobre todas as alterações, aconselho o seguinte endereço, onde encontra tudo resumido, e consequentemente os vídeos da Adobe TV.

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PortugART destaca enektor

Artigos - Terça-feira, 8 de Junho de 2010, 15:16

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Foi com bastante agrado que vi referênciado pelo PortugART (grupo português no Deviantart) a nossa comunidade.

O motivo de destaque nasce a partir do tópico Fóruns Portugueses, em que num grupo de 4, aparece o Enektor.

Sobre nós, fazem também uma breve descrição:

A enektor preza por difundir a arte em Portugal pelo lançamento de E-Packs (um aglomerado de trabalhos trimestral segundo um tema definido por todos os participantes através de uma votação) e educar, tanto visualmente, culturalmente, como também , futuramente, através de tutoriais sobre os mais diversos softwares, incluindo Adobe Photoshop, Adobe Illustrator ,Adobe Flash, Cinema 4D, Autocad e outros.

Este tipo de destaque é bastante importante para a comunidade. Até porque sendo feito por um grupo dedicado á arte portuguesa, actualmente com 658 membros, 12.402 pageviews e 685 observadores…é publicidade grátis, extremamente útil. É também um sinal de evolução e de trabalho reconhecido e atestado de qualidade a todos nós.

EvokeOne – XXII Age

Exposições - Sábado, 5 de Junho de 2010, 00:34

EVOKE

A comunidade internacional EvokeOne acaba de divulgar um novo pack de trabalhos artísticos ao publico. Esta é a vigésima segunda exibição desta comunidade. Conta com 57 imagens, 20 fotos e 20 musicas, agora com o tema Age.

Magic Fox - Welcome in the new age

O artista destacado e entrevistado foi Aaron Campbell. Fica uma apresentação feita por Ted Yavuzkurt (Entrevistador):

Aaron Campbell is a young yet extremely talented Canadian artist, illustrator, and designer. At the age of 16, he brings experience and wisdom to the table well beyond his years. Combining a zesty, liberal use of color and graffiti-esque characters with tested principles of art and design, Aaron’s work just bursts right out of the screen.

It is our distinct pleasure to bring you an interview with Aaron and his rockstar, technicolor, in your face works of art as we commemorate the release of a new Evoke site and our five year anniversary!


Adobe Creative Suite 5

Software - Sábado, 5 de Junho de 2010, 00:16

CS5

Já está no mercado a versão CS5 de todas as aplicações Adobe.

Podem ver todas as novidades, que para variar, são muitas, no seguinte endereço: http://cs5launch.adobe.com/

Como sempre, há vários pacotes disponíveis para cada área. São eles:

  • Design Premium: pacote direccionado para o design gráfico;
  • Web Premium: pacote direccionado para web-developers;
  • Production Premium: pacote direccionado para quem pretende fazer edição de vídeo;
  • Master Collection: o pacote completo com todos os 18 programas.

Adobe Photoshop 20 anos depois…

Artigos, Eventos - Domingo, 21 de Fevereiro de 2010, 16:15

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A Adobe festeja os 20 anos de vida de um dos seus mais famosos programas, o Photoshop. Thomas Knoll e John Knoll foram os criadores ao que no inicio chamavam de Image Pro. Só mais tarde com uma apresentação feita a Russell Brown o programa foi licenciado com o nome que hoje conhecemos, Photoshop, e entrado para os quadros da Adobe.

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No site de celebração, é disponibilizado uma síntese de toda a evolução até aos dias de hoje.

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Para o efeito, a Adobe fez um documentário com John Knoll, Thomas Knoll, Russell Brown, e Steve Guttman sobre a criação do programa. Podem velo no seguinte link: STARTUP MEMORIES

Conseguem imaginar o que seria hoje sem a visão de Tomas e John Knoll com o humilde Image Pro?

Depthcore XXXIX. Eve

Arte, Design - Sábado, 20 de Fevereiro de 2010, 22:04

O Depthcore lançou mais um pack, com o tema Eve.

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Neste grupo de trabalhos, nota-se uma grande fatia virada para a ilustração e uma tendência para trabalhos mais “plásticos”. Penso que mais uma vez não houve qualquer participação Portuguesa.

O artista destacado foi Rik Oostebroek. Têm a possibilidade de ler uma entrevista exclusiva ao Depthcore clicando no link. Quanto á apresentação, deixo um quote das palavras do Criador Directivo, Justin Maller:

In this Chapter, artists both old and new have submitted their interpretations of a concept that greatly excited us as a collective from the moment it was first suggested. Our members have created over eighty original pieces, including strong showings across all mediums, examining and interpreting the theme to produce work that deals predominately with time and transition; calms before storms, moments before change, instants before impact.

Whilst there are many highlights to the chapter, there are a couple of items of especial note. ‘EVE’ has seen multiple wonderful debuts, including incredible submissions from Larisa Glushakova, Duda Lanna, Alex Casteels and photographer Chris Knight. Rik Oostenbrook compiled an outstanding collection of work, dropping jaws in our member panel and earning him the Featured Artist nod for this Chapter.

Finally, Kervin Brisseaux has submitted an emotive series of photographs shot in his ancestral homeland of Haiti just days before the earthquakes hit entitled “Avan Move Tan” [ah-vuh moh-vay tuh], which is Creole for “Before The Bad Times”. The shots illustrate moments in every day Haitian life, with a people already engaged in a life of struggle, unaware of the eventual fate that will be brought to their doorstep, only to intensify their hardships.

On this note, we were thrilled to auction off one of our limited edition promotional books to raise money to assist those in need in the effected area. We managed to raise over $200.00 to donate to the Red Cross Haitian Relief effort. Please consider donating if you haven’t already.

We hope you enjoy browsing this Chapter. The result is the culmination of our collective feeding off each other’s energy to create a body of work that has truly energized and excited us as a group. Please feel free to follow us on Facebook or Twitterto stay abreast of several projects we have in development at the moment – we are on the cusp of a couple of very exciting developments finally coming to fruition!

Justin Maller
Creative Director
The Depthcore Collective

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SONAE APRESENTA NOVA IMAGEM CORPORATIVA

Artigos - Sábado, 13 de Fevereiro de 2010, 04:14

Paulo Azevedo deu esta semana a conhecer a nova imagem da empresa. Este projecto foi iniciado há mais de um ano com um investimento na ordem dos 700.000€

Com este renovação, a empresa pretende atingir “criatividade, abertura, dinamismo e competência” como as melhores do mundo.

A agência responsável pela criação da nova imagem foi a Ivity Brand Corp, e o  presidente Paulo Coelho, refere-se a este projecto como “um exemplo para o país no que respeita a marcas que trabalham para estar entre os melhores”, este que criou várias imagens conhecidas tal como a da TAP e da Galp
sonae_new_logo
Estes são os logótipos que representam a nova identidade visual da SONAE, e assentam todos sobre o mesmo conceito, que é o uso do círculo, figura geométrica que acompanha a empresa desde o seu início. O logotipo falha claramente na mensagem que  pretendem transmitir, como uma empresa de vanguarda, tem graves falhas de legibilidade, de profissionalismo e é definitivamente pouco apropriado para algo como a SONAE.

Pode ser aqui visto vídeo de apresentação da nova imagem: …

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